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quarta-feira, 3 de abril de 2013

5 Formas de Vencer a Amargura

Quando um sentimento doloroso é arrastado pelo tempo é sinal de que a cura interior ainda não aconteceu.

Textos - I Reis 2.1-6 e - Hebreus 12:15

Há pessoas que têm guardado mágoas em seus corações por mais de vinte anos e estas mágoas criaram raízes profundas, ao longo desse tempo, assumindo parte ou totalidade do caráter e comportamento dessas pessoas. Rejeições e traumas são experiências dolorosas que criam o ambiente fértil para que raízes de amargura sejam geradas, com profundidade, nos corações das pessoas.

Exemplos: Um filho adulto guarda mágoa do pai desde a infância por causa de uma palavra dita impensadamente diante de seus amigos ou o caso de uma esposa que não perdoa o marido por algo que ele fez de errado na lua de mel. Estes são exemplos de raízes de amargura ou ressentimentos que se estabeleceram e se desenvolveram com o tempo porque nenhuma providência foi tomada no sentido de cortar o mal pela raiz.

O que é ressentimento?

É sentir de novo todas as emoções ruins provocadas por uma mágoa guardada no coração e enraizada pelo tempo. É sentir profundamente, estar magoado, ofendido, ferido, afligido, triste, desgostoso, angustiado.

Ressentir é trazer á tona momentos ruins dolorosos, inacabados, uma sensação de amargura, raiva ou vingança. É ficar contemplando cenas de um passado doloroso, através de imagens mentais; Reviver com as mesmas sensações fatos que nos causaram mágoas.

Esses sentimentos ruins tendem a ficar escondidos no coração de tal maneira que as pessoas não percebem de imediato. Todos acham que está tudo bem, mas um dia os frutos amargos são produzidos e ninguém mais deseja estar próximo de uma pessoa com raízes de amargura.

A mágoa plantada no coração é como um veneno que você toma e espera que o outro morra (mas quem está se envenenando é você!). Há pessoas que vivem no veneno. Li, já faz um bom tempo, sobre a história de Amós e Andy, apresentada num programa de televisão nos Estados Unidos. Andy estava muito chateado porque um colega sempre que o via dava-lhe um tapa no peito como forma de saudação. Aquilo deixava Andy furioso. Um dia ele teve a idéia de vingança e colocou uma bomba no peito, por baixo da roupa para destruir a mão do colega no momento que repetisse aquela brincadeira desagradável. O problema é que Andy esqueceu que não só a mão do colega seria destruída, mas o seu próprio coração e vida.

Ressentimentos causam isolamento social e quebra de relacionamentos.

(Pv 18:19) "O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte;

Construímos muros emocionais ao nosso redor quando somos feridos por alguém. Ficamos fechados no intuito de guardar nossos corações e preveni-lo de futuras feridas.

Como medida de ataque usamos o silêncio vingativo, ficamos isolados do convívio de determinadas pessoas, barrando a aproximação de todos que nos magoaram, negando-lhes o acesso a nossa vida até que nos paguem tudo o que nos devem.

Ressentimentos e mágoas estão diretamente associados com outros problemas comportamentais: rejeição, vergonha, sentimento de indignidade, auto-compaixão, insegurança, contenda, dissensão, ira, ódio e vingança. Todos esses sentimentos negativos provocam doenças: úlceras, palpitações, taquicardia, pressão alta, enfarto, insônia, artrite, dores de cabeça, doenças de pele, etc.

O ressentimento é uma cadeia que lhe prende às emoções negativas, impedindo seu crescimento na fé e espiritualidade. É também uma cadeia que lhe prende ao passado , impedindo-lhe de ser e ver o que Deus deseja para você hoje.

A Bíblia nos dá um exemplo sobre o ressentimento na vida de um homem que durante toda a sua existência foi exemplo de uma pessoa emocionalmente equilibrada, mas que um dia se deixou abater por mágoas. O rei Davi quando estava velho, já para morrer, deu algumas ordens a seu filho e sucessor Salomão e também mencionou sobre Joabe, pedindo a seu filho que se vingasse por ele e não deixasse Joabe morrer em paz. I Rs 2:1-6

O grande problema do ressentimento é a falta de perdão. A falta de perdão bloqueia as bênçãos de Deus sobre nossa vida. Veja que não se trata de Deus não querer abençoar, mas de que a falta do perdão impede de que as bênçãos cheguem até nós.

(IS 59:1) "EIS que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir."

(IS 59:2) "Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça."
Se perdoamos somos perdoados, se não perdoamos não somos perdoados.

Mt 6:14,15 – Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.

Se retemos o perdão satanás alcança vantagem sobre nós. A falta de perdão nos mantém em escravidão – Se não perdoarmos seremos entregues aos espíritos atormentadores.

II Coríntios 2:10,11
– A quem perdoais alguma coisa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado (se alguma coisa tenho perdoado), por causa de vós o fiz na presença de Cristo; para que satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.

Recomendações bíblicas para lidar com os ressentimentos

É importante que cada um saiba que não podemos evitar totalmente um trauma suas conseqüências imediatas, tais como uma mágoa ou ira. Mas, somos nós que escolhemos viver ou não o resto da vida com estes ressentimentos e mágoas.

A Bíblia Sagrada aponta várias providências para evitarmos que este mal venha nos destruir.

O exemplo de Perdão de José do Egito

Você pode ter como exemplo a vida de José, onde seus irmãos lhe intentaram o mal, porém Deus abençoou José grandemente, chegando a ser o braço direito de Faraó. E José não se vingou de seus irmãos no momento em que teve a oportunidade, mas pelo contrário, os perdoou e os ajudou.

Vejamos a seguir algumas preciosas recomendações bíblicas para lidarmos com os ressentimentos:

Confissão e Arrependimento

Há muitas pessoas em nosso meio que precisam muito mais de arrependimento e confissão de pecados do que tratamento psicológico. Suas vidas estão superlotadas de lixo. São portadoras de enfermidades físicas e diversos problemas emocionais porque guardam sentimentos maldosos para com outras pessoas. Podem ser totalmente curadas quando estiverem dispostas a confessar seus pecados e a ministrar o perdão.

(SL 32:3) "Quando eu guardei silêncio, secaram os meus ossos...."

(1JO 1:9) "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça."

Você deverá tentar descobrir, com uma auto-análise, a existência de mágoas ocultas, necessidades insatisfeitas, emoções reprimidas, que muitas vezes lhe impedem de alcançar vida social equilibrada. Saiba que não acontecerá a cura enquanto as lembranças penosas não forem localizadas e tratadas com oração e confissão.

A importância da confissão - No jornal Lexington Herald-Leader (EUA) de 23/09/84 já trazia um artigo afirmando que a confissão, sem levar em conta o que possa fazer para a alma, faz bem para o corpo. Estudos mostram de modo convincente que as pessoas que confiam a outras seus sentimentos e segredos perturbados ou algum evento traumático, em lugar de suportarem sozinhas os problemas, são menos vulneráveis às moléstias.

Dr. James Pennebaker , da Escola de Medicina Johns Hopkins diz, em The Journal of Abnormal Psichology, que há benefícios para a saúde quando nossos segredos mais penosos são compartilhados com os outros. Ele diz ainda que o ato de confiar em alguém protege o corpo contra tensões internas prejudiciais que são o castigo por levarmos um fardo emocional, como, por exemplo, um remorso reprimido. Os fatos foram também confirmados por pesquisas recentes da Universidade de Harvard. (A Cura das Memórias - David A Seamands, pág.48)

2 – Não se ponha o sol sobre a vossa ira - Ef 4:26 e Sl 4:4 - A regra geral é que não podemos dormir com mágoas no coração. As mágoas não podem ficar dentro de nós até o dia seguinte. Temos que resolver o problema antes de dormir, liberando perdão a quem nos ofendeu.

3 - Perdoar não é sentimento, é decisão - A Palavra de Deus não diz para perdoarmos, quando sentimos vontade; pelo contrário, ela nos ordena a perdoar como forma de decisão e não por sentimentos. Trata-se de uma obediência ao mandamento do Senhor. Saiba que enquanto não perdoarmos, nossas emoções estarão presas, por isso temos que tomar a decisão de perdoar, para que haja a libertação de nossas emoções.

Antes de tomarmos a decisão de perdoar, estamos debaixo do poder de escravidão do pecado. Após tomarmos a decisão de perdoar teremos a comunhão com o Senhor restaurada e a Graça fluirá suficientemente para nos libertar de toda raíz de amargura (rejeição, ressentimento, ira, contenda, dissensão, mágoas e vinganças). Quando o perdão for consumado, nossas emoções serão gradativamente libertas e a sensações de alívio e paz serão restabelecidas em nosso ser.

4 – Temos que Perdoar como Deus Perdoa. Deus não traz de volta um pecado que foi perdoado.

Isaías 43:25 – Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim dos teus pecados não me lembro.

Essa história de que “perdôo mas não esqueço” não é perdão. Não devemos ficar lembrando do que já se perdoou. Não fique revivendo a cena ruim. Não esteja ruminando o sentimento de mágoa de um fato preso ao passado. Libere perdão e continue a vida.

(Lm 3:21) "Disto me recordarei na minha mente; aquilo que me dá esperança."

Cl 3:13 – Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou assim também perdoai vós

- Saiba que o perdão é o Machado que Deus coloca à disposição de todo homem para cortar as raízes de amargura.
- Perdoar é imitar o Senhor Jesus, rasgar o escrito de dívida contra nosso próximo.
- Perdoar é deixar que Deus ame a outra pessoa através de nossa vida
- Somente o Amor cobre uma multidão de pecados ( I Pe 4:8) e o Amor não se ressente do mal. I Co 13:5.

Baruk Há Shem! Shalom Adonai!

| Autor: Benne Den

sexta-feira, 1 de março de 2013

10 razões pelas quais nossos jovens deixam a Igreja

Todos nós sabemos quem eles são: as crianças criadas na igreja. Eram as estrelas do grupo de jovens. Talvez tenham cantado na equipe de louvor ou lideraram o culto. E então… eles terminam o ensino médio e saem da igreja. O que aconteceu?

Isso parece acontecer com tanta frequência que eu quis descobrir mais sobre isso, falar com esses jovens e obter algumas respostas honestas. Eu trabalho em uma cidade principalmente universitária, cheia de jovens em seus 20 anos. Grande parte deles foram criados em típicas igrejas evangélicas. Quase todos eles saíram da igreja sem intenção de voltar. Eu gasto algum tempo com eles e é preciso muito pouco para fazê-los desabafar, e eu fico feliz em ouvir. Então, depois de muitas horas gastas em cafeterias e depois de pagar alguns almoços, aqui temos os pensamentos mais comuns obtidos através dezenas de conversas. Espero que alguns deles te façam ficar com raiva. Não com a mensagem, mas com o fracasso do nossa substituição pragmática do evangelho da cruz pelo evangelho da glória americanizado. Isso não é um texto negativo de “paulada na igreja”. Eu amo a igreja, e quero ver o evangelicalismo Americano se voltar ao Evangelho de arrependimento e fé em Cristo para o perdão de pecados; não apenas como algo na página “em que cremos” do nosso website, mas como o cerne do que pregamos dos nossos púlpitos para as nossas crianças, nossos jovens e nossos adultos.

Os fatos
As estatísticas [N.T.: referentes aos Estados Unidos, país do autor] são assustadoras: 70% dos jovens param de frequentar a igreja quando terminam o ensino médio. Quase uma década depois, cerca de metade desses retornam à igreja.

Metade.
Pense um pouco nisso.

Não há uma forma fácil de dizer isso: a igreja evangélica americana perdeu, e está perdendo, a certamente irá continuar perdendo, NOSSOS JOVENS.

Apesar de toda a conversa de “nosso melhor recurso”, “nosso tesouro”, e das multimilionárias imitações do Starbucks que construímos e das bandas de rock que tocam nelas… a igreja está deixando os jovens na mão.

Terrivelmente.

O top 10 de razões pelas quais estamos perdendo nossos jovens:

10. A igreja é “Relevante”

Você não leu errado, eu não disse irrelevante, eu disse RELEVANTE. Nós pegamos a fé histórica, 2 mil anos de fé antiga, a vestimos de xadrez e calças jeans skinny e tentando vender isso como “legal” para nos nossos jovens. Isso não é legal. Isso não é moderno. O que estamos entregando é uma imitação barata do mundo que fomos chamamos para evangelizar.

Como diz o ditado, “Quando o navio está no mar, está tudo bem. Quando o mar entra no navio, aí você tem problemas”.

Não estou me queixando sobre “mundanismo” como um bicho-papão pietista, eu estou falando do fato que nós bocejamos por causa da leitura de um texto bíblico de 5 minutos, mas quase tropeçamos ao correr para bajular uma subcelebridade ou atleta qualquer que faz alguma vaga referência sobre ser cristão.

Nós somos como bajuladores em potencial, apenas esperando que o mundo ache que nós somos legais também, tipo como vocês são, cara!

Nossos jovens conhecem o mundo real e a nossa pose de “olhe como somos legais como você” é facilmente ridicularizada. Em nosso esforço para ser “como eles” nós nos tornamos menos do que realmente somos. O pastor de meia idade tentando parecer que tem 20 e poucos não é relevante. Vista-o com calça jeans skinny e bote na sua mão um café, não faz diferença. Isso não é relevante, é comicamente clichê. No momento em que você tenta ser “autêntico”, você não é mais autêntico!

9. Eles nunca frequentaram uma igreja, para começo de conversa

De um berçário com tema de Arca de Noé, para um painel eletrônico de estádio de futebol no acampamento das crianças, das noites de pizza aos shows de rock, muitos jovens evangélicos foram mimados em uma estufa nem-tanto-igreja, mas nem-tanto-mundo. Eles nunca se sentaram em um banco de igreja entre pais de primeira viagem com um bebê agitado e um idoso com um cilindro de oxigênio. Eles não veem o caminho completo do evangelho por todas as fases da vida. Em vez disso, nós silenciamos a mensagem, aumentamos o volume do som e agimos surpresos quando…

8. Eles ficam espertos

Não é que nossos estudantes “ficam mais espertos” quando saem de casa, o que ocorre é que alguém os trata como sendo inteligentes. Em vez do nosso emburrecimento da mensagem, os agnósticos e ateus tratam nossos jovens como inteligentes e desafiam seu intelecto com “pensamentos profundos” de questionamentos e dúvidas. Muitas dessas “dúvidas” tem sido respondidas, em grande profundidade, ao longo dos séculos de nossa fé. No entanto…

7. Nós os enviamos desarmados

Sejamos honestos, a maioria das nossas igrejas está mandando jovens ao mundo vergonhosamente ignorantes de nossa fé. Como não poderia ser assim? Nós abandonamos o ensino básico das escolas dominicais, vendemos a atitude de “menos doutrina, mais atitude” e os incentivamos a começar a busca para encontrar “o plano de Deus para a vida deles”. Sim, eu sei que nossa igreja tem uma página de “em que cremos” no nosso site, mas é isso mesmo que tem sido ensinado e reforçado no púlpito? Eu tenho conhecido líderes de igreja evangélica (“pastores”) que não sabem a diferença entre justificação e santificação. Já conheci membros de conselho de mega-igrejas que não sabiam o que é expiação. Quando escolhemos líderes baseados em suas habilidades de atrair e liderar pessoas ao invés de ensinar a fé com precisão… Bem, nós não ensinamos a fé. Surpreso? E em vez da fé histórica e ortodoxa…

6. Nós damos porcaria como alimento

Você deu o seu melhor para transmitir a fé interior/subjetiva que você “sente”. Você realmente, realmente, quer que eles “sintam” isso também. Mas nunca fomos chamados a evangelizar nossos sentimentos. Você não tem como passar adiante esse tipo de fé subjetiva. Sem nada sólido para basear sua fé, sem nenhum credo histórico para amarrá-los a séculos de história, sem os elementos físicos do pão, vinho e água, a fé deles está em seus sentimentos subjetivos, e quando confrontados por outras formas de se “sentir bem” propostas pela faculdade, a igreja perde para outras coisas com um apelo muito maior à nossa natureza humana. E eles encontram isso na…

5. Comunidade

Você percebeu que essa palavra está por TODO LADO na igreja desde que a igreja seeker-sensitive e outros movimentos de crescimento da igreja entraram em cena? (Há uma razão e uma filosofia motriz por trás desses movimentos que está fora do escopo desse artigo). Quando nossos jovens saem de casa, eles deixam a comunidade de manufatura na qual passaram toda a sua vida. Com a sua fé como algo que eles “fazem” em comunidade, eles logo descobrem que podem experimentar “mudança de vida” e “melhoria de vida” em “comunidade” em vários contextos diferentes.

Misture isso com uma fé pragmática e subjetiva, e a centésima edição de festa com pizza na mega-igreja local não tem como competir contra escolhas mais fáceis e mais naturalmente atraentes de outras “comunidades”. Assim, eles saem da igreja e…

4. Eles encontram sentimentos melhores

Ao invés de uma fé externa, objetiva e histórica, nós estamos dando aos nossos jovens uma fé interna e subjetiva. A igreja evangélica não está ensinando os catecismos ou os fundamentos da fé aos nossos jovens, nós estamos simplesmente incentivando-os a “serem gentis” e “amarem Jesus”. Quando eles saem de casa, percebem que podem ser “espiritualmente realizados” e ter os mesmo princípios subjetivos de auto-aperfeiçoamento (e sentimentos quentinhos) de algum guru de autoajuda, de gastar tempo com amigos ou fazendo trabalho voluntário em algum abrigo. E eles podem ser verdadeiramente autênticos, e eles podem ter essa chance porque…

3. Eles estão cansados de fingir

No melhor do “sua melhor vida agora”, “todo dia é sexta-feira” do mundo evangélico, há um pouco espaço para depressão, conflito ou dúvidas. Deixe esse semblante de chateação, ou saia daqui. Jovens que estão sendo alimentados com uma dieta estável de sermões destinado a remover qualquer coisa (ou qualquer pessoa) que pragmaticamente não obedece ao “Maravilhoso plano de Deus para a sua vida” e são forçados a sorrir e, como uma antiga música os encoraja, a “baterem palmas” para isso o tempo todo. Nossos jovens são espertos, muito mais espertos do que acreditamos. Então eles proclamam uma mensagem que escutei bastante desses jovens “A igreja está cheia de hipócritas”. Por quê? Porque apesar de que nunca lhes tenha sido ensinado sobre a lei ou sobre o evangelho…

2. Eles conhecem a verdade

Eles não conseguem fazer isso. Eles sabem disso. Todo aquele moralismo de “seja gentil” que eles foram ensinados? A Bíblia tem uma palavra para isso: Lei. E é disso que nós os alimentados, diretamente, desde que os deixamos no berçário da Arca de Noé: Faça/ Não Faça. Quando eles ficam mais velhos começa o “Crianças de Deus fazem/ não fazem”, e quando adultos, “faça isso ou aquilo para ter uma vida melhor”. O evangelho aparece brevemente como algum “faça isso” para “ser salvo”. Mas a dieta deles é a Lei, e a escritura nos diz que a lei nos condena. Então, sabe aquela sorridente declaração de fé “ame a Deus e ame as pessoas”? Sim, você acabou de condenar os jovens com isso. Legal, né? Ou eles pensam que são “pessoas boas”, já que não “fazem” nenhuma das coisas que a sua denominação ensina que não pode fazer (beber, fumar, dançar, assistir filmes adultos), ou eles percebem que eles não atingem as próprias palavras de Jesus sobre o que é necessário. Não há descanso nessa lei, apenas um trabalho árduo que eles sabem que não estão aptos a cumprir. Então, de qualquer forma, eles abandonam a igreja porque…

1. Eles não precisam dela

Nossos jovens são espertos. Eles entenderam a mensagem que nós ensinamos, inconscientemente. Se a igreja é simplesmente um lugar para aprender ensinamentos de vida que os leva para uma vida melhor em comunidade… você não precisa de um Jesus crucificado para isso. Por que eles deveriam acordar cedo no domingo para ver uma imitação barata do entretenimento que eles viram na noite anterior? O pastor de meia idade tentando desesperadamente ser “relevante” para eles, seria engraçado se não fosse trágico. Como nós descartamos o evangelho, nossos estudantes nunca são atingidos pelo impacto da lei, dos seus pecados diante de Deus, e da sua necessidade desesperada da obra expiatória de Cristo. Certamente, ISSO é relevante, ISSO é autentico, e ISSO é algo que o mundo não pode oferecer.

Nós trocamos um evangelho histórico, objetivo e fiel baseado na graça de Deus dada a nós por um evangelho moderno, subjetivo e pragmático baseado em atingir nossos objetivos ao seguir estratégias de vida. Ao invés de sermos fiéis à tola simplicidade do evangelho da cruz, temos estabelecido como objetivos o “sucesso” de uma multidão crescente alcançada com esse evangelho de glória. Esse novo evangelho não salva ninguém. Nossos jovens podem marcar todos os itens de uma lista de autoajuda ou simplesmente um espiritualismo auto concebido… e eles podem fazer isso com mais sucesso pragmaticamente e em uma comunidade mais relevante. Eles saem porque, lhes dada a escolha, com a mensagem que ensinamos a eles, é a escolha mais inteligente.

Nossos jovens saem porque nós não conseguimos entregar-lhes a fé “que uma vez por todas foi entregue” à igreja. Eu gostaria que não fosse óbvio assim, mas quando eu apresento a lei e o evangelho para esses jovens, a resposta é a mesma de sempre: “eu nunca ouvi sobre isso”. Eu não sou contra entreter os jovens, nem mesmo painéis eletrônicos ou festas com pizza (apesar de que provavelmente eu seja contra caras de meia idade vestindo uma calça justa para ser “relevante”). É apenas que aquela coisa, a PRINCIPAL coisa que nos foi incumbida? Nós estamos falhando. Nós falhamos com Deus e falhamos com nossos jovens. Não deixe outro jovem sair pela porta sem ser confrontado com todo o peso da lei, e com toda a liberdade do evangelho.

 Autor: Marc Yoder
Tradutor: Marianna Brandão
Fonte:www.estudosgospel.com.br 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Você é Um Cristão Bom em Atirar Pedras?

Somos exímios atiradores de pedras. Mas não gostamos de atirá-las ao vento ou em alvos próprios para esse fim. Gostamos de atirar pedras em pessoas. Foi o que queriam fazer os escribas e fariseus quando trouxeram a Jesus uma mulher pega em flagrante adultério – surpreendentemente o homem que cometera adultério com essa mulher não foi levado. O que os escribas e fariseus tinham nas mãos? Pedras prontas a serem atiradas, aguardando apenas uma palavra de ordem para fazê-lo. Qualquer semelhança conosco NÃO é mera coincidência.

Sem algum cuidado de nossa parte, somos também assim como os escribas e fariseus, sem por nem tirar! Temos as nossas pedras sempre em mãos para poder atirá-las nas pessoas. Basta uma oportunidade…

Porém, vemos que Jesus tira as pedras de nossas mãos quando nos impacta com Sua palavra. Foi o que Ele fez com os escribas e fariseus: “Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” (João 8.7). Sim, Ele no faz ver que não podemos atirar pedras endereçadas a ferir pessoas. Isso porque nós fomos, somos ou até seremos como elas ou até piores do que elas! Não temos “moral” para aplicar e executar esse julgamento.

Por isso, diante da Palavra de Deus, nenhuma pedra deve ficar em nossas mãos. Se alguma pedra ficar é porque não temos a palavra do Senhor em nós! E isso é muito sério, pois até mesmo entre escribas e fariseus – que eram religiosos hipócritas e reprovados por Deus – não se achou pedra alguma após a impactante palavra do Senhor Jesus. Nenhum deles ousou atirar suas pedras. “Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava.” (João 8.9).

Se nós insistimos e atiramos pedras pedras em pessoas somos piores que escribas e fariseus, que largaram as suas pedras!

No lugar das pedras Jesus ensina o perdão, o cuidado, a disciplina, a restauração. Impressionantemente, Jesus faz tudo isso sem concordar com o pecado que a mulher – agora ex-adúltera – tinha cometido. Ele a acolhe, Ele a disciplina, Ele a exorta, Ele a perdoa, Ele lhe dá uma nova oportunidade, e tudo isso em apenas um ato e uma frase: “Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.” (João 8.10-11).

Da mesma forma que à mulher, Deus diz aos atiradores de pedras como nós: larguem as pedras, vão e não pequem mais.

SEJA UM CRISTÃO BOM EM NÃO ATIRAR PEDRAS!

Autor: André Sanchez - Esboçando Ideias

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Por Que Deus Diz 'não' Para Nós?

Texto: "Mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás..." (Gn 2.17)

Introdução:
Muitos cristãos que têm como característica de vida ser fiel a Deus, vez por outra, se encontram em meio a um amontoado de questionamentos. Muitos vivem se perguntando: Por que Deus disse “não” como resposta ao pedido que lhe fiz?

Pode ser que você que esta lendo esta mensagem, esteja nesta situação, e se de fato, esta fora realidade que você esta vivendo, continue lendo com atenção redobrada, pois, você descobrirá, que em certas ocasiões, Deus nos diz não, pelo fato d’Ele nos amar de forma inexplicável.

Objetivo da mensagem: Mostrar que Deus disse “não” a Adão e Eva - simplesmente porque queria protegê-los, e juntamente com eles, toda a humanidade da natureza pecaminosa que foi herdada de Adão e Eva, pelo fato de ambos terem desrespeitando o “não” de Deus, comendo do fruto da arvore do bem e do mal.

Dito isto a nível introdutório, imagine você chegando ao zoológico, e logo após arrumar todos os seus pertences, em um lugar apropriado, você inicia uma jornada com o objetivo de visitar cada espécie de animal, em seu devido lugar de habitação, de acordo com sua natureza.

De repente, você vai de encontro a uma imensa jaula repleta de leões, e, ao aproximar-se da mesma, percebe-se que tem um aviso colocado pela direção do zoológico com o seguinte teor... “Não toque na jaula”.

Pergunto...“Por que a direção do zoológico preocupou-se em deixar um aviso que dizia para os visitantes, não tocarem na jaula dos leões?” “Será que é porque eles queriam simplesmente ditar regras para a vida dos visitantes?” “Será que era para transmitir uma imagem de que quem dava as ordens no zoológico eram eles?”

Bom, na verdade, nenhum destes questionamentos está correto. Por quê? É simples! O aviso só foi colocado na jaula, objetivando lembrar que ninguém deveria tocá-la, pois, a direção do zoológico tinha ciência que se algum desavisado encostasse na jaula repleta de leões, certamente iria se machucar, ou, até mesmo perder a vida, pois os leões, certamente atacariam qualquer um que tocasse em sua jaula.

Quando Deus disse “não” para Adão e Eva, era porque Ele sabia que se eles alimentassem do fruto da árvore do bem e do mal, eles iriam ser penalizados com a sentença de morte. "porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás" (Gn 2.17).

Com muita frequência Deus diz “não” para nós, em relação a uma casa que está nos nossos planos para comprá-la, ou um carro, uma viagem, uma profissão, um casamento e etc.

Entretanto, a pergunta que não quer calar é, “por que Deus diz não para muitas coisas que aos nossos olhos julgamos ser boas?” “Será que é pelo fato de Deus ser arbitrário?” “Será que é autoritarismo em determinar regras apenas para ter o prazer de ver o ser humano cumpri-las?” Ou quando Deus diz “não” para nós, é um “não”, a semelhança do “não” da direção do zoológico, que tinha como objetivo proteger os visitantes dos ferozes leões.

E quanto a você? Está chateado (a) por que Deus disse um “não” em relação a sua oração? Cada pessoa precisa estar atenta para esta verdade: Adão e Eva não respeitaram o “não” de Deus, e como consequência, veio sobre a vida de ambos e de toda humanidade, o carrasco chamado pecado. Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. (Romanos 3:9).

E como se não fosse suficiente, também o homem virou servo do pecado. Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. (João 8:34).

E sujeito à morte. Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do Pai, assim também a alma do Filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá (Ezequiel 18.4).

Foi para evitar a morte espiritual, física e eterna que Deus disse “não” para nossos primeiros pais que residia no jardim do Éden, foi para protegê-los, e proteger,não somente eles, mas também toda a humanidade que teve origem neles.

Por estas, e muitas outras razões, Deus muitas vezes diz “não” para nós. Pois na verdade, Ele quer nos proteger, porque Ele que conhece o fim desde o principio, sabe que no futuro, muitas de nossas decisões trarão consequências que vão nos machucar muito, ou até nos levar perder a salvação.

Quanto ao “não” que Deus nos fala, talvez no momento tenhamos dificuldade de compreender o porquê de sua recusa em nos atender. Se Deus disse “não” para você em relação ao desejo de seu coração, é porque Ele está te livrando de complicações em sua vida no futuro.

Em relação a Deus, temos que entender uma lição que se resume assim: Melhor do que compreendê-Lo, é simplesmente obedecê-Lo, pois sempre que Ele falar “não” para nós é, porque Ele quer nos proteger.

E a razão desta proteção, não é outra, senão, o grande amor inexplicável que Deus tem para com cada um de nós. Portanto, descansa no Senhor, pois o melhor da parte de Deus lhe será concedido, na hora já designada por Ele, para abençoar sua vida.
Conclusão:  
A atitude mais sábia de nossa parte no relacionamento com Deus, deve ser de glorificá-Lo, quando ele bondosamente falar “sim” em relação aos nossos projetos de vida. Da mesma forma, quando Deus bondosamente falar “não”, devemos de coração grato a Ele, glorificá-Lo, e nunca desobedecê-lo como Adão e Eva, pois, geralmente quando Deus diz não, certamente e para nos proteger de consequências que iriam nos fazer sofrer, tanto no presente como no futuro.

 Autor: Pr. Antônio Eugenio Fortes Pacifico

Como está seu ânimo hoje?

“Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares.” Josué 1:9

Amados de Deus, a paz do Senhor Jesus.
 Amigos(as), como está o seu ânimo hoje?
Está 100% ou abalado?

 Estamos vivendo tempos difíceis, tempos de angústia, tempos de tribulações, tempos de injustiças, … tempos de iniquidades.
A terra está sufocada pela maldade do “mundo” e os povos, nas suas variadas nações, sofrem pela impiedade daqueles que, a troco de tudo e a qualquer custo, querem o poder. Não um poder dos céus, mas, apenas, um poder humano.
E muitas vezes, ao deparamos com isso, com toda essa injustiça, chegamos a perder o ânimo da jornada que Deus nos preparou pelo caminho brilhante e de majestosa luz.
Na passagem bíblica acima, Moisés, servo do Senhor, já era morto e Deus escolhera Josué para ser seu sucessor (Nm 27:18-21) e agora Deus fala com Josué e diz, literalmente, esforça-te e tem bom ânimo. Assim como Deus, O Todo Poderoso, foi com Moisés, seria, também, com Josué.
Mas Deus, melhor do que Josué, sabia as grandes e ferrenhas dificuldades que Josué iria enfrentar conduzindo o Seu povo. Josué já havia testemunhado grandes escapes que Deus dera ao povo no deserto, conduzido por Moisés. Josué havia sido uma testemunha de todas aquelas dificuldades, lá no deserto.

E agora, chegou a vez de Josué desempenhar  o papel de líder do povo de Deus. E aquele povo, além de rebelde, estava fragilizado pela caminhada para conquistar a terra prometida. E Deus, melhor do que ninguém sabia disso. Mas Ele é Deus e operando Deus quem impedirá? E nesse momento de grande importância para o povo do Senhor, Deus incentiva e anima Josué para aquela empreitada.
Primeiro Deus diz que foi Ele quem mandou Josué liderar o povo. E para liderar, Josué tinha de se esforçar e ter bom ânimo. Com a ordem do Senhor mais o esforço e ânimo de Josué, só havia uma única possibilidade: A vitória! E foi o que aconteceu!
Amados e amadas do Senhor Jesus, vocês já receberam a ordem do Todo Poderoso Deus e foi Ele quem vos mandou para a jornada, para o Ide… Portanto, não vos preocupeis pela dificuldade encontrada no caminho, apena deleita-te no Senhor.
Ele não te mandou? Então, tenham bom ânimo! Não desistam da caminhada tão bonita e cheia de vitórias que o Senhor vos preparou. Veja, pelos olhos espirituais, a mão de Deus trabalhando em seu favor e da sua família. Sinta agora, através do Espírito Santo de Deus, o ânimo ser injetado em todo o seu corpo.
Deus é contigo, se você continuar sendo servo Dele.
Deus quer te dar vitórias, acredite!
Tenha todos um excelente dia e não se esqueça: Esforça-te e tenha, sempre, bom ânimo na presença de Deus.
E se você que lê este humilde artigo ainda não aceitou ao Senhor Jesus como seu único e suficiente salvador, não perca essa oportunidade e o aceite agora.
Um forte abraço para o povo vencedor de Jesus.

Pb. Sidney Moura

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